Íñigo Errejón apresentou um recurso perante a Audiência Provincial de Madrid contra a decisão do juiz de arquivar a sua queixa por calúnias contra Elisa Mouliaá. O magistrate havia inicialmente admitido a queixa, mas posteriormente decidiu arquivá-la.
Errejón sustenta que sim se tratou de um delito, argumentando que a acusada pretendia "difamar, menoscabar a honra, destruir a credibilidade e respectabilidade" do ex-político através das suas declarações.
O recurso contesta a decisão do juiz de primeira instância que considerou que os fatos não constituíam crime de calúnias, mesmo reconhecendo que as declarações de Mouliaá poderiam ter causado danos à reputação de Errejón.
Este processo insere-se no contexto mais amplo das acusações mútuas entre ambos, após as denúncias que resultaram na queda da carreira política de Errejón.




