Lídio Lopes apresentou a demissão da liderança da Escola Nacional de Bombeiros, com efeitos a partir de 1 de outubro. A decisão foi comunicada através de uma carta de 17 páginas dirigida à instituição.
Na carta de demissão, Lídio Lopes acusa o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, António Nunes, de comportamento inaceitável. As acusações incluem ameaça, chantagem e ingerência permanente na gestão da Escola Nacional de Bombeiros.
A demissão representa um momento de tensão entre as duas entidades do setor dos bombeiros em Portugal. O conflito surge no contexto da governação da Escola Nacional de Bombeiros, instituição responsável pela formação dos bombeiros portugueses.




