Kaja Kallas sob fogo por parte das capitais da UE quando mais precisa delasFoto de kidsnewshu no Pexels
Política

Kaja Kallas sob fogo por parte das capitais da UE quando mais precisa delas

Euronews Portugal9 de setembro de 2026 às 09:36

Kaja Kallas, chefe da diplomacia da UE, enfrenta uma crescente contestação por parte das capitais europeias, num momento em que o seu papel institucional está cada vez mais em causa. Esta situação coloca a Alta Representante da UE numa posição delicada, precisamente quando necessitaria de maior apoio por parte dos Estados-membros.

O choque entre Kallas e as capitais europeias surge num contexto de tensões internas na política externa europeia. A chefe da diplomacia europeia vê-se confrontada com desafios que exigem unidade entre os Estados-membros, mas a falta de consenso tem vindo a fragilizar a sua posição.

A contestação acontece numa altura particularmente sensível para a política externa europeia, onde a UE procura afirmar-se como ator global. Kallas, que ocupa o cargo desde 2021, enfrenta agora uma das fases mais difíceis do seu mandato, com a sua autoridade posta em causa por vários governos da União.

Notícias relacionadas

Política

OE2027. José Luís Carneiro fixa quatro linhas vermelhas do PS

O líder do PS, José Luís Carneiro, anunciou as quatro linhas vermelhas do partido para a aprovação do Orçamento do Estado para 2027, estabelecendo as condições mínimas que o partido de esquerda exige para apoiar o documento.

RTP Notícias09/09/26, 10:30
Política

‘Meter uma cunha’ pode passar a ser crime em Portugal e dar até três anos de prisão: saiba quando

Uma proposta da secção portuguesa da Transparência Internacional defende a criação de um novo crime em Portugal para punir a chamada "cunha" quando usada para obter tratamento preferencial em decisões públicas. O projeto de lei, enviado aos partidos com assento parlamentar, prevê penas até três anos de prisão ou multa para quem utilizar relações pessoais, familiares ou institucionais para influenciar indevidamente a atuação de funcionários públicos. A medida inclui ainda mecanismos de transparência, como o registo obrigatório de contactos externos relacionados com processos específicos, e prevê a sua caducidade ao fim de 15 anos, com avaliações quadrienais. A proposta estende-se ainda ao setor privado, nomeadamente às empresas cotadas, obrigando-as a divulgar oportunidades de recrutamento para cargos superiores.

Postal do Algarve09/09/26, 10:30
Política

Governo num "beco sem saída". Anúncios no parlamento foram "manobra política", diz Fernando Negrão

Fernando Negrão, histórico do PSD, considerou que os anúncios feitos pelo primeiro-mininistro no parlamento foram uma "manobra política", defendendo que os portugueses percebem esta estratégia. As declarações foram feitas esta quarta-feira na RTP Antena 1.

RTP Notícias09/09/26, 10:20
Política

Governo rejeita ligação entre apoios a pensionistas e moção de censura

O Ministro dos Assuntos Parlamentares de Portugal rejeitou qualquer ligação entre o anúncio de novas medidas de apoio a pensionistas e contribuintes e a votação da moção de censura, garantindo que a timing do anúncio não teve em conta o calendário político-partidário. As medidas foram apresentadas como resposta a preocupações sociais, e não como manobra política relacionada com a moção de censura.

RTP Notícias09/09/26, 10:20