O artigo descreve um cenário onde um sistema de inteligência artificial assume funções de gestão e monitorização de trabalhadores numa organização. Às oito e três da manhã, antes da chegada do gestor, o sistema já estava a funcionar autonomamente, recolhendo dados sobre cada trabalhador.
O sistema de IA monitorizava e analisava em tempo real métricas como atrasos, produtividade, tempo despendido em tarefas específicas, faltas e desvios em relação à curva de desempenho. Às oito e sete, um primeiro relatório estava pronto, e às oito e doze três trabalhadores já tinham sido sinalizados.
O sistema também propunha intervenções corretivas de forma autónoma. Às oito e dezanove, sugeria uma intervenção, e às nove e quatro um responsável abria e validava o relatório.
O artigo conclui questionando se esta situação ainda é ficção científica ou se já é uma realidade em algumas organizações, sugerindo que a IA tende a substituir funções de gestão e supervisão em vez de substituir os próprios trabalhadores.



