Médio Oriente: Gabinete de Netanyahu nega alerta sobre ataque iminente do Hamas
Política

Médio Oriente: Gabinete de Netanyahu nega alerta sobre ataque iminente do Hamas

SAPO Notícias8 de setembro de 2026 às 21:16

O gabinete do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, veio a público negar que o líder tivesse recebido qualquer aviso dos Emirados Árabes Unidos sobre um ataque iminente preparado pelo grupo palestiniano Hamas. A denial surge em resposta a informações que sugeriam que os Emirados tinham alertado Israel sobre os planos do Hamas dias antes do ataque de 07 de outubro de 2023.

O incidente refere-se ao ataque surpresa perpetrado pelo Hamas em 07 de outubro de 2023, que resultou em mortes e sequestros em território israelita. Este ataque marcou o início de um conflito que teve profundas repercussões na região do Médio Oriente.

Os Emirados Árabes Unidos são mencionados como a fonte do alegado aviso. As autoridades israelitas, através do gabinete de Netanyahu, rejeitaram categoricamente esta versão dos factos, afirmando que não houve qualquer comunicação prévia por parte dos Emirados sobre os planos de ataque do Hamas.

A questão dos avisos e da responsabilidade pelo que aconteceu em 07 de outubro tem sido objeto de debate, com várias partes a tentarem clarificar ou atribuir responsabilidades. O Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita não comentou a situação até ao momento da publicação.

Notícias relacionadas

Política

Luís Paixão Martins: «Ninguém quer estar cúmplice do Chega numa ação política como esta»

Luís Paixão Martins, comentador político, esteve no canal NOW onde comentou a moção de censura e os trabalhos em curso na Assembleia da República. Durante a intervenção, Paixão Martins afirmou que ninguém deseja estar envolvido como cúmplice do Chega numa ação política como a que estava em discussão, sugerindo que existe relutância por parte de outras forças políticas em associar-se ao partido de extrema-direita neste contexto.

Now08/09/26, 23:30
Política

Governo vai continuar a negociar com o Chega o Orçamento para o próximo ano

O Governo português vai continuar a negociar com o Chega o Orçamento do Estado para 2027, apesar de o partido de André Ventura ter apresentado uma moção de censura contra o Executivo, que acabou chumbada com a abstenção do PS. O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, afirmou que o Executivo vai manter o diálogo com todos os partidos, sublinhando que apenas dois partidos podem viabilizar as propostas do Governo no Parlamento. Esta posição contrasta com as palavras do primeiro-ministro, Luís Montenegro, que durante o debate da moção de censura acusou o Chega de estar "atrelado a um tanque de eleições, moções, insinuações e chavões". O Orçamento para 2027 tem de ser entregue na Assembleia da República até 10 de outubro.

Eco08/09/26, 23:25
Política

"O primeiro-ministro transformou a moção de censura na discussão do Orçamento do Estado"

O primeiro-ministro Luís Montenegro terá transformado o debate da moção de censura numa discussão do Orçamento do Estado, segundo a análise de Miguel Relvas, comentador da CNN Portugal. O comentador considerou "positivas" as medidas que o Governo anunciou esta terça-feira, mas deixou um alerta para o executivo.

CNN Portugal08/09/26, 23:20
Política

"O Chega não consegue fugir: sempre que há uma festa, tem de haver foguetes

Adalberto Campos Fernandes criticou a postura do partido Chega durante o debate de moção de censura, apontando que a legenda "não consegue fugir" de uma imagem festiva e de celebração, associando-a a "foguetes". O antigo ministro das Finanças salientou ainda a falta de preparação da maioria dos deputados do partido que interrogaram o ministro da Justiça, Luís Neves, na audição parlamentar desta terça-feira, exceptuando Rui Rocha, a quem reconheceu preparação.

CNN Portugal08/09/26, 23:20