Os eleitores suecos foram às urnas numas eleições marcadas por uma disputa renhida entre os partidos de centro-esquerda e centro-direita. O escrutínio de domingo centrou-se em questões fundamentais para o país, nomeadamente a defesa do Estado social e as políticas de segurança.
As sondagens anteriores à votação indicavam uma vantagem para a oposição de centro-esquerda, liderada pelo Partido Social-Democrata. Esta liderança nas intenções de voto sugeria que os Social-Democratas poderiam afastar do poder a coligação de centro-direita actualmente liderada pelo primeiro-ministro Ulf Kristersson.
A possível vitória da oposição representaria uma mudança significativa na governação sueca, com potenciais consequências para as políticas sociais e de segurança do país. O resultado das eleições era aguardado com expectativa tanto a nível nacional como europeu.




