Quando não está correndo por uma propriedade nos arredores de Bangalore, um dos principais polos tecnológicos da Índia, Chloe, uma cadela de quatro anos, participa de uma missão pouco convencional: aprender a identificar sinais de câncer pelo hálito humano. O treinamento faz parte de um projeto que combina o olfato dos cães com inteligência artificial para tentar desenvolver uma forma simples e não invasiva de rastrear a doença.
O procedimento testado pela empresa é relativamente simples. O paciente respira durante cerca de dez minutos em uma máscara de algodão, que depois é lacrada em uma bolsa e encaminhada ao laboratório. Lá, a amostra é apresentada aos cães treinados.
Chloe integra um grupo de 15 animais utilizados atualmente pela startup. A maioria é formada por beagles, raças conhecidas por seu bom faro. A inteligência artificial é empregada para auxiliar no processo de treinamento e análise dos resultados obtidos com os cães.




