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IA: a medicina em transformação

oglobo8 de setembro de 2026 às 08:30

A matéria aborda a transformação da medicina através da inteligência artificial, destacando que grande parte da história da medicina pode ser contada pela crescente capacidade de visualizar o que antes permanecia oculto. O artigo menciona que desde o microscópio até os modernos exames de imagem, cada avanço tecnológico ampliou a compreensão do corpo humano e das doenças. Agora, segundo a publicação, uma nova etapa se impõe: além de enxergar melhor, tornou-se possível extrair dos dados informações que até pouco tempo eram inacessíveis. A matéria completa é exclusiva para assinantes, exigindo cadastro para acesso.

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IA: a universidade tem de provar que ainda faz falta!

Este artigo aborda o impacto da inteligência artificial no ensino universitário, argumentando que as universidades precisam provar o seu valor num mundo cada vez mais dominado pela tecnologia. O autor defende que o ensino deve regressar a atividades fundamentalmente humanas, como discussão, defesa oral de ideias, análise de casos, simulações, projetos reais e tomada de decisões sob pressão, elementos que a IA não consegue replicar plenamente.

Jornal de Negócios08/09/26, 10:15
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Quase metade dos jovens portugueses já usa IA para estudar

Quase metade dos alunos portugueses de 15 anos utilizam ferramentas de Inteligência Artificial para estudar e fazer trabalhos, revelando uma adoção crescente desta tecnologia no ambiente escolar. O estudo também regista um aumento de relatos de estudantes distraídos durante as aulas devido ao uso de ecrãs.

Diário de Viseu08/09/26, 09:45
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PISA. Quase metade dos jovens portugueses já usa IA para estudar e muitos distraem-se nas aulas

Um estudo PISA revela que quase metade dos jovens portugueses (48%) já utiliza ferramentas de inteligência artificial para estudar, sendo um dos valores mais elevados da OCDE. No entanto, a mesma tecnologia que auxilia na aprendizagem também representa uma distração significativa nas salas de aula, com 93% dos alunos portugueses a reportarem distrações relacionadas com ecrãs. O estudo demonstra uma correlação clara: os estudantes que se distraem com dispositivos eletrónicos apresentam piores resultados académicos, alertando para a necessidade de encontrar um equilíbrio entre os benefícios da tecnologia e a concentração necessária para a aprendizagem efetiva.

CNN Portugal08/09/26, 09:15
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Quase metade dos alunos portugueses de 15 anos já usa IA para estudar e muitos distraem-se nas aulas

Um estudo revela que quase metade dos alunos portugueses de 15 anos já utiliza inteligência artificial para estudar. Os estudantes passam em média uma hora e 24 minutos por dia na escola a usar dispositivos digitais para fins educativos, acrescidos de mais 1,2 horas de ecrãs para lazer. A investigação demonstra ainda que os alunos que se distraem com os dispositivos eletrónicos apresentam piores resultados académicos comparativamente aos colegas que garantem manter o foco nas aulas.

SIC Notícias08/09/26, 08:59