A Polícia Judiciária deixou de utilizar sofás, ginásio e televisões pertencentes a José Veiga, conhecido como Xuxas, após uma notícia que revelou estes factos ter levado à descoberta de um despacho que anulava uma decisão anterior de Luís Neves.
Luís Neves, que foi diretor da PJ, tinha assinado um despacho relacionado com a utilização destes bens. Em 2022, um tribunal considerou esse despacho nulo, mas a atual direção da PJ afirma que a polícia nunca foi oficialmente informada sobre esta decisão judicial.
A descoberta do despacho anulatório surgiu precisamente como consequência da divulgação mediática sobre os bens de Xuxas utilizados pela polícia. As autoridades quiseram esclarecer a situação legal relativamente a esses equipamentos.
A situação levanta questões sobre o fluxo de informação entre os tribunais e a Polícia Judiciária, já que uma decisão judicial relevante não terá chegado ao conhecimento da direção da polícia.




