A deputda única do PAN, Inês Sousa Real, anunciou que o partido vai votar contra a moção de censura ao ministro da Administração Interna, Luís Neves. A decisão foi justificada pela recusa do PAN em "alinhar no espetáculo mediático" do Chega, que foi quem apresentou a moção de censura.
Inês Sousa Real considerou que o ministro Luís Neves "não tem condições" para se manter no cargo, reconhecendo assim que existem razões para questionar a sua atuação. No entanto, a deputda do PAN defendeu que a moção de censura não é o instrumento adequado para este contexto específico.
O partido optou assim por uma posição de reprovação da conduta do ministro sem contudo apoiar a iniciativa do Chega, procurando distinguir-se da estratégia política do partido que propôs a moção. Esta posição reflete a tentativa do PAN de se demarcar do que considera ser uma instrumentalização política do instrumento parliamentary.



