O presidente da Câmara de Mortágua, Ricardo Pardal, foi acusado pelo Ministério Público de ter favorecido um homem através do viciamento de um concurso público. A acusação refere-se a uma alegada manipulação do processo de concurso para beneficiar uma pessoa próxima.
O homem favorecido é descrito como sendo o compadre do presidente Ricardo Pardal, estabelecendo assim uma relação de proximidade familiar entre ambos. Esta proximidade terá sido utilizada como forma de garantir a vitória no concurso público em causa.
O Ministério Público apresentou a acusação contra Ricardo Pardal, imputando-lhe responsabilidades no viciamento do concurso. As autoridades estão a investigar as circunstâncias em que o processo decorreu e as possíveis irregularidades cometidas.
O caso surge no contexto de uma investigação mais ampla sobre eventuais práticas de favorecimento indevido em concursos públicos, com o Ministério Público a actuar para garantir a legalidade dos processos de contratação pública autárquica.




