O antigo primeiro‑ministro José Sócrates apresentou uma queixa ao procurador‑geral da República contra Jorge Rosário Teixeira, o magistrate que liderou a investigação da Operação Marquês. A queixa refere‑se a alegada falsidade de testemunho prestada pelo procurador no Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa.
Segundo o comunicado divulgado por Sócrates, os factos reportados poderão configurar crime de falsidade de testemunho. As declarações terão sido prestadas sob juramento durante o julgamento de uma ação administrativa movida pelo ex‑governante.
A participação criminal foi dirigida ao Ministério Público, cabendo agora às autoridades competentes a análise e eventual seguimento do processo. O caso surge no contexto de um litígio administrativo relacionado com a investigação que envolveu José Sócrates durante vários anos.




