Os combustíveis caros vieram para ficar. Esta é a tese central do artigo, que aborda a situação atual dos preços dos combustíveis.
O texto argumenta que subsidiar combustíveis é uma estratégia contraproducente. Ao fazê-lo, transmite-se às empresas e às famílias a ideia de que podem continuar a consumir como até agora.
Segundo o artigo, esta abordagem impede que empresas e famílias ajustem os seus comportamentos de consumo. Ou seja, não há incentivo para procurar alternativas ou reduzir o consumo.
Em síntese, o artigo defende que o caminho passa por não subsidiar os combustíveis, forcing assim uma adaptação dos comportamentos de consumo à realidade dos preços.




