Confiança: a métrica de liderança que talvez estejamos a ignorarFoto de ElisaRiva no Pexels
Negócios

Confiança: a métrica de liderança que talvez estejamos a ignorar

Jornal de Negócios5 de setembro de 2026 às 14:00

Este artigo aborda a confiança como uma métrica de liderança que, segundo o autor, está a ser negligenciada nas organizações. O texto sugere que a confiança deveria ser um indicador fundamental para avaliar a eficácia da liderança, mas que frequentemente é ignorada em favor de outras métricas mais tradicionais.

O artigo apresenta uma reflexão sobre o funcionamento organizacional, questionando o que acontece quando há ausência de liderança direta. Especificamente, explora três indicadores: se as decisões continuam a ser tomadas, se as pessoas exercem julgamento próprio e se as responsabilidades permanecem claras.

Segundo a perspetiva expressa no artigo, quando uma organização consegue manter estes três elementos na ausência de uma liderança visível, isso revela uma estrutura capaz de funcionar para além da presença de uma única pessoa. Esta capacidade seria, no fundo, uma medida de confiança construída no seio da organização.

O texto parece defender que a verdadeira prova de uma liderança eficaz não está na dependência dos colaboradores em relação ao líder, mas sim na sua capacidade de criar condições para que a organização funcione autonomamente quando necessário.

Notícias relacionadas

Negócios

Governo diz que subida de ‘rating’ é “mais um passo na credibilidade e confiança” no país

O Governo português celebrou a subida do rating de Portugal de 'A' para 'A+' pela agência Fitch, com perspetiva estável, considerando que esta decisão representa "mais um passo na credibilidade e crescente confiança internacional" no país. O Ministério dos Negócios Estrangeiros afirmou que Portugal está "mais forte, mais credível e com maior reconhecimento internacional". O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, classificou a melhoria como "mais uma grande vitória de Portugal", colocando o país ao nível de França e Bélgica, e demonstrando a confiança dos investidores internacionais. Também o Presidente da República, António José Seguro, saudou a decisão, reconhecendo-a como um importante reconhecimento externo do desempenho português, sustentado pelo esforço dos portugueses e por uma orientação de responsabilidade orçamental mantida ao longo de diferentes governos.

Eco05/09/26, 17:47
Negócios

“A atividade bancária continuará a ser o cerne do sistema financeiro português”

Em entrevista à Advocatus, Francisco Soares Machado, sócio da Sérvulo & Associados, analisa o momento atual do setor financeiro português, considerando-o muito positivo, com níveis elevados de capital, liquidez, lucros históricos e reduzida imparidade. O antigo assessor do BEI e adjunto do Ministério das Finanças defende que o desempenho dos bancos resulta tanto de fatores conjunturais favoráveis como do mérito das suas equipas de gestão. Identifica desafios como a transformação digital, a fraude nos pagamentos e a regulação europeia, mas acredita que a banca continuará a ser o cerne do sistema. Aponta oportunidades para investidores em fecho de posições bancárias e em fundos de dívida, gestão de ativos alternativos e financiamento de projetos de transição energética, salientando que Portugal tem condições competitivas nestes segmentos, embora o mercado de fundos ainda seja pequeno face a outros países europeus.

Eco05/09/26, 17:28
Negócios

Cofundador do Spotify diz que deixaria a Suécia se imposto sobre grandes fortunas fosse adotado no país

Martin Lorentzon, cofundador do Spotify, afirmou que deixaria a Suécia imediatamente caso o país adote novos impostos sobre grandes fortunas, aumentando os receios de que as propostas debatidas antes das eleições possam levar empresárioese capitais para o exterior. Questionado se consideraria mudar de país, Lorentzon respondeu afirmativamente por e-mail à Bloomberg, dizendo que preferiria ficar, mas um imposto desse tipo o obrigaria a sair. O alerta surge enquanto o Partido de Esquerda faz campanha por um imposto sobre bilionários e o Partido Verde propõe taxação separada sobre os mais ricos, ambos na oposição de centro-esquerda liderada pelos sociais-democratas.

oglobo05/09/26, 17:21
Negócios

Lavandaria recomenda: toalhas devem ser lavadas com esta frequência

Uma lavandaria galesa recomenda que as toalhas de banho sejam lavadas após três a quatro utilizações, enquanto as toalhas de mãos devem ser trocadas a cada dois ou três dias, e as toalhas de rosto preferencialmente após cada uso. A frequência pode variar consoante a ventilação da casa de banho, a humidade ambiente e o tempo de secagem. A empresa desaconselha o uso de amaciador, que pode reduzir a capacidade de absorção, e recomenda secar completamente as toalhas antes de guardar para evitar bolor e maus odores.

Postal do Algarve05/09/26, 17:20