Dormir bem após os 60 anos ajuda a proteger a memória e a saúde do cérebroFoto de Artem Podrez no Pexels
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Dormir bem após os 60 anos ajuda a proteger a memória e a saúde do cérebro

extra5 de setembro de 2026 às 09:00

As alterações no padrão de sono, como acordar durante a madrugada, dificuldade para pegar no sono e insônia, são situações comuns entre pessoas com mais de 60 anos. Embora sejam consideradas parte do processo natural de envelhecimento e de fatores múltiplos, essas mudanças no sono precisam ser observadas com atenção, pois afetam a manutenção saudável do cérebro.

Um estudo publicado na revista médica Neurology, da Academia Americana de Neurologia, revelou que pessoas entre 40 e 60 anos que têm noites mal dormidas podem desenvolver sinais de envelhecimento cerebral. Os resultados reforçam que a qualidade do sono exerce um papel importante na saúde do cérebro ao longo da vida.

No Brasil, cerca de 8,5% da população com 60 anos ou mais convive com demência, de acordo com o Relatório Nacional sobre a Demência, divulgado pelo Ministério da Saúde. A pesquisa sugere que mudanças nos hábitos e na alimentação antes de dormir podem contribuir para um sono mais tranquilo e, consequentemente, ajudar na proteção da memória e da saúde cerebral.

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