Especialistas em medicina funcional e saúde preventiva alertam que mudanças drásticas no estilo de vida moderno estão a acelerar o processo de envelhecimento celular. Embora a genética humana se tenha mantido praticamente inalterada ao longo dos milénios, fatores como a qualidade dos alimentos, o aumento do stress e a poluição estão a sobrecarregar o funcionamento do organismo. Médicos e profissionais de saúde, citados por órgãos internacionais como a Fox News e o portal EatingWell, identificam os principais fatores de risco e recomendam a adoção de medidas preventivas desde a juventude.
O especialista Will Cole destaca três vertentes do quotidiano que impactam diretamente o equilíbrio celular e favorecem a inflamação: a alimentação inflamatória e sem horários regulares, a exposição prolongada a toxinas ambientais como pesticidas e químicos eternos (PFAS), e o stress crónico combinado com o isolamento social. Os especialistas referem que estes fatores geram o que designam de "ruído celular", e que a participação em redes comunitárias ou práticas espirituais pode estar associada à redução de marcadores inflamatórios.
A médica Melinda Steele sublinha que a terceira década de vida é o período ideal para consolidar rotinas de longevidade, uma vez que as escolhas feitas aos 20 anos deixam marcas duradouras no desempenho físico, mental e emocional. Para proteger a vitalidade a longo prazo, os especialistas recomendam seis medidas preventivas: atividade física diária através de caminhadas ou desportos, proteção solar diária contra raios UV, treino de força com levantamento de pesos para reduzir gordura corporal e aumentar densidade óssea, higiene do sono com rotinas consistentes, reforço dos níveis de cálcio e vitamina D, e cuidados na preparação de alimentos evitando aquecer refeições em recipientes de plástico.




