O estado de São Paulo decidiu incluir a febre do Nilo no painel viral de arboviroses realizado rotineiramente por unidades sentinela de saúde espalhadas por todo o território. A medida foi anunciada pela coordenadora da Vigilância em Saúde do estado, Regiane de Paula, com o objetivo de monitorar a distribuição da doença e estar preparada para possíveis novos casos.
Recentemente, São Paulo confirmou seus dois primeiros casos de febre do Nilo na história, registrados em duas cidades do interior do estado: Ribeirão Preto e São José do Rio Preto. Além desses casos em território paulista, outros dois casos foram confirmados neste ano em Santa Catarina, nas cidades de Caçador e Imbituba, sendo que o segundo resultou em óbito.
Regiane de Paula afirmou que não há preocupação em relação a uma possível epidemia. Segundo ela, a intenção é justamente estar preparada e incluir o vírus no monitoramento para acompanhar sua distribuição em todo o território estadual.
A febre do Nilo é uma doença transmitida pela picada do mosquito Culex, conhecido como pernilongo comum. Os hospedeiros naturais do vírus são aves, e a doença pode afetar humanos e outros animais.




