Aos 21 anos, Kailane Santos encontrou nas entregas por aplicativo uma forma de conciliar trabalho e os cuidados com a filha. Ela deixou o emprego com carteira assinada após engravidar e sua filha apresentar problemas de saúde.
Hoje, Kailane trabalha de oito a dez horas por dia pelo iFood, que se tornou sua principal fonte de renda. No entanto, ela ainda não contribui para a Previdência.
O artigo aborda os dilemas desse modelo de trabalho e busca entender por que tantas pessoas escolhem trabalhar por aplicativo, seja por situação de desemprego ou pela busca por flexibilidade. A matéria é apresentada como conteúdo exclusivo para assinantes, com acesso restrito mediante cadastro.




