Os preços mundiais dos alimentos subiram para o nível mais elevado desde o final de 2022, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), que divulou esta informação esta sexta-feira em Paris. Esta subida deve-se principalmente ao mau tempo que afetou as colheitas e aos conflitos militares em várias regiões do mundo.
As maiores preocupações concentram-se nos óleos vegetais e no açúcar, que têm registado os maiores aumentos. Nos supermercados, o cabaz alimentar continua a subir de preço de forma consistente, afetando o dia a dia dos consumidores.
O custo da carne de novilho para cozer mais do que duplicou em apenas quatro anos, representando um dos exemplos mais dramáticos do aumento geral dos preços alimentares. Esta situação reflete a conjugação de más colheitas globais com tensões políticas que afetam a produção e distribuição de alimentos.




