A moção em questão é descrita como um gesto espúrio e condenado ao fracasso. O artigo critica a iniciativa, considerando-a uma ação política vazia de substância.
O autor sugere que a moção servirá, quando muito, para que a chamada "troika partidária" possa celebrar. Trata-se, portanto, de uma crítica à instrumentalização política da moção por parte de uma coligação de partidos.
O título "Faz de conta" reforça a posição do autor de que toda a situação é uma encenação política, sem consequências reais ou efetivas.




