Nem forno nem frigorífico: este eletrodoméstico pode ser o maior ‘culpado’ dos gastos de eletricidade na sua cozinhaFoto de Alberto Cotogni no Pexels
NegóciosFaro

Nem forno nem frigorífico: este eletrodoméstico pode ser o maior ‘culpado’ dos gastos de eletricidade na sua cozinha

Postal do Algarve4 de setembro de 2026 às 14:30

Quando se pensa nos eletrodomésticos que mais pesam na fatura da eletricidade, o frigorífico e o forno estão normalmente entre os primeiros suspeitos. No entanto, segundo um artigo do portal Benchmark.pl, que cita a PGNiG, antiga empresa estatal polaca de energia, a placa de indução pode consumir cerca de 748 kWh de eletricidade por ano, um valor bastante superior aos cerca de 270 kWh anuais indicados para um frigorífico e aos aproximadamente 496 kWh associados ao forno elétrico. Estes números devem, contudo, ser vistos como valores de referência, pois o consumo varia consoante a potência do equipamento, o número de pessoas em casa e, sobretudo, o tempo e a frequência de utilização.

Uma das grandes vantagens da indução ajuda também a explicar a elevada potência utilizada. Estas placas conseguem aquecer rapidamente os recipientes, permitindo atingir temperaturas elevadas em pouco tempo. Apesar disso, uma potência elevada não significa necessariamente que a indução seja uma tecnologia pouco eficiente. Pelo contrário, uma parte significativa da energia é transferida diretamente para o recipiente, reduzindo perdas de calor. A diferença está no uso: uma família que cozinhe várias vezes por dia poderá acumular um consumo anual considerável, enquanto uma casa onde a placa seja utilizada apenas ocasionalmente terá valores muito inferiores.

Existem formas simples de reduzir o consumo da placa de indução. Escolher uma zona de confeção adequada ao tamanho do recipiente, utilizar tampas sempre que possível e evitar manter a placa ligada desnecessariamente são pequenos cuidados que podem ajudar a reduzir os gastos. Também é importante aproveitar a rapidez da indução: depois de os alimentos atingirem a temperatura pretendida, nem sempre é necessário continuar a cozinhar na potência máxima. Para aquecer pequenas quantidades de comida, equipamentos como o micro-ondas podem ainda revelar-se mais económicos em determinadas situações, sobretudo devido ao menor tempo necessário.

Mais do que apontar um único eletrodoméstico como responsável pela fatura, conhecer a potência e o padrão de utilização dos equipamentos permite perceber onde está realmente a ser consumida mais eletricidade dentro de casa.

Notícias relacionadas

Negócios

Trabalhadores de app têm jornada maior, mas ganham menos por hora, aponta estudo do IBGE

Um estudo do IBGE revelou que trabalhadores de plataformas digitais como iFood, Uber e 99 ganham em média R$ 2.892 por mês, valor próximo à média dos demais empregados do setor privado. No entanto, esses profissionais trabalham em média 43,6 horas semanais, acima das 37,4 horas dos outros trabalhadores, resultando em uma remuneração por hora inferior. Além disso, a maioria não possui direitos trabalhistas como FGTS, férias remuneradas ou décimo terceiro salário, já que é classificada como autônoma.

BBC News Brasil04/09/26, 15:38
Gasóleo atinge preço recorde nos Estados Unidos da América
Negócios

Gasóleo atinge preço recorde nos Estados Unidos da América

O preço do gasóleo nos Estados Unidos atingiu hoje um novo recorde de 5,85 dólares (cerca de cinco euros) por galão (3,8 litros), superando o máximo registado em 2022, segundo dados da Associação Automóvel Americana (AAA). O novo máximo surge num contexto de forte subida dos preços da energia desde que os Estados Unidos desencadearam uma guerra contra o Irão, com Teerão a retaliar, nomeadamente, através do bloqueio do estreito de Ormuz, uma importante rota marítima para o transporte de hidrocarb

dnoticias.pt04/09/26, 15:37
Negócios

2 irmãos lançam sonho de 1,5 milhões e prometem criar empregos em Oliveira do Hospital

Dois irmãos de Oliveira do Hospital estão a investir 1,5 milhões de euros na criação da empresa Pedro e Miguel Metal LDA, que vai instalar uma nova unidade dedicada à construção de casas modulares, prometendo gerar diversos postos de trabalho na região. O projeto representa um investimento significativo para o tecido empresarial local,aimando dinamizar a economia da zona e oferecer novas oportunidades de emprego aos moradores.

Notícias de Coimbra04/09/26, 15:36
Negócios

Governo anuncia 12 milhões de euros para apoiar viticultores

O Governo português anunciou um apoio de 12 milhões de euros para os viticultores da região do Douro que não conseguem escoar a sua produção nesta campanha. O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, explicou que se trata de uma solução pontual para este ano, diferente dos apoios à destilação dos anos anteriores, e que para o futuro está prevista a criação de um fundo permanente para gerir as flutuações do mercado. O apoio justifica-se pelas características únicas da região, onde a substituição por outra cultura é muito difícil. Os problemas de escoamento agravaram-se este ano, com viticultores a queixarem-se da falta de compradores e dos baixos preços pagos pela uva, tendo havido mesmo um protesto simbólico com despejo de uvas na rua.

A Voz de Trás-os-Montes04/09/26, 15:36