A “Roda da Sorte” e as cartas “Fora do Baralho”: Como a TVI quer estar “no centro da conversa”Foto de Ivett M no Pexels
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A “Roda da Sorte” e as cartas “Fora do Baralho”: Como a TVI quer estar “no centro da conversa”

Eco4 de setembro de 2026 às 12:54

A TVI apresentou a sua grelha para a rentrée de 2026 com uma estratégia assente em novas fórmulas de entretenimento, rentabilização da produção interna e na adoção do mote "Jornal das Pessoas" na informação. José Eduardo Moniz, diretor-geral da estação, defendeu que a TVI é a estação "mais polarizadora de opiniões e contra-opiniões" e que será o telespectador a responder se a nova grelha permitirá a liderança, num momento em que a SIC descolou da TVI a partir de junho na disputa pelas audiências anuais.

No entretenimento, os destaques vão para "A Roda da Sorte", apresentada por Cristina Ferreira de segunda a sexta às 19h, que arranca este mês numa parceria com a Fremantle e a EMAV, e "Fora do Baralho", formato de sábado à tarde que junta Manuel Luís Goucha e João Patrício na apresentação. José Eduardo Moniz salientou que a aposta nos "grandes formatos" será feita independentemente do horário, defendendo que "a grande televisão tem de existir sempre". O "Big Brother All Stars" estreia no domingo, dia 6 de setembro, apresentado por Maria Botelho Moniz, e na ficção a novela "Coração de Mãe" chega na segunda-feira dia 7.

Na informação, Nuno Santos, diretor de Informação da TVI e diretor da CNN, explicou que o conceito "Jornal das Pessoas" visa aproximar a estação dos reais interesses dos espectadores, sistematizando cinco novas rubricas: "Explica-me", "Código Humano", "É Fazer as Contas", "Pessoas como nós" e "Vida boa". Questionado sobre novidades da CNN Portugal, remeteu detalhes para dentro de cerca de duas semanas.

José Eduardo Moniz avançou ainda que a estação vai ter cinco novas novelas de curta duração no próximo ano, todas com cerca de 100 episódios, e um novo reality show já identificado, para além de reforçar a operação digital e preparar novos podcasts. Sobre a Media City, cujo investimento ronda os 50 milhões de euros, o diretor-geral preferiu não apontar uma nova data para a conclusão, afirmando apenas que os trabalhos estão em execução. A Media Capital fechou o primeiro semestre com um prejuízo de 1,6 milhões de euros.

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