Os depósitos a prazo em Portugal atingiram um novo recorde em julho, com 13,7 mil milhões de euros em novas operações de particulares. Este valor representa mais 1,7 milhões de euros do que no mês anterior, configurando o valor mais alto alguma vez registado em Portugal neste tipo de produtos financeiros.
Os dados do Banco de Portugal revelam que os novos depósitos com prazo até um ano representaram 95% do total de novos depósitos de particulares. A taxa de juro média das novas operações de depósito também é mencionada, mas a informação no artigo está incompleta.
O artigo alerta que depositar dinheiro que não será necessário nos próximos meses equivale a "queimar dinheiro", salientando a importância de analisar a taxa de juro oferecida, de 1,59%, em confronto com a inflação. Esta análise permite aos poupadores avaliar se estão realmente a preservar ou a perder poder de compra.




