IP vai investir 700 milhões no Alentejo até final de 2028 em estradas e ferroviaFoto de Nikolaeva Nastia no Pexels
Negócios
Инвестиции
Évora

IP vai investir 700 milhões no Alentejo até final de 2028 em estradas e ferrovia

Eco3 de setembro de 2026 às 13:40

A Infraestruturas de Portugal vai investir no Alentejo um total de 700 milhões de euros até ao final de 2028 em obras na rodovia e na железница, anunciou o secretary de Estado das Infraestruturas, Hugo Espírito Santo. Este valor será distribuído pelos três distritos da região e inclui projetos de menor visibilidade além das grandes obras.

Foi inaugurada esta quinta-feira a nova Variante Nascente a Évora do Itinerário Principal 2, com 12,8 quilómetros de extensão e perfil de autoestrada, ou seja, dupla faixa de rodagem em cada sentido. A via liga o Nó de Évora Nascente da Autoestrada 6 à Estrada Nacional 18 e resultou de um investimento de 54,9 milhões de euros, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência.

O governante salientou que o novo troço vai contribuir para a segurança rodoviária, uma vez que estradas com separador central e duas faixas são mais seguras e permitem maior fluidez. Prevê-se que a variante possa retirar entre 30% a 40% do trânsito que circula dentro da cidade de Évora, sobretudo pesados e veículos de ligação Norte-Sul que não precisam de passar pelo centro urbano.

O PRR foi destacado como having estimulado a IP para um novo ciclo de crescimento e investimento após vários anos em que a empresa esteve numa lógica de manutenção mínima. Foram ainda mencionadas reações políticas, com o PCP a reclamar a conclusão do troço do IP2 abandonado desde 2011, e o député do PS Luís Dias a defender que o Governo não deve apropriar-se politicamente de investimentos decididos e programados pelos governos anteriores.

Notícias relacionadas

Negócios

Fuso retoma produção no Tramagal com 400 trabalhadores

A fábrica portuguesa da Mitsubishi Fuso no Tramagal retomou a produção no dia 24 de agosto, após ter implementado lay-off em julho e uma paragem durante o verão. Cerca de 400 trabalhadores regressaram às linhas de produção, embora os volumes de produção previstos não tenham sido revelados pela empresa.

Observador03/09/26, 23:36
Seat pode desaparecer até 2029: futuro da marca espanhola está nas mãos do Grupo Volkswagen
Negócios

Seat pode desaparecer até 2029: futuro da marca espanhola está nas mãos do Grupo Volkswagen

A marca espanhola Seat, com mais de sete décadas de existência, pode desaparecer até 2029, segundo planos de reestruturação do Grupo Volkswagen. A fabricante alemã enfrenta forte pressão para reduzir custos enquanto investe na transição para veículos elétricos. A decisão ainda não é definitiva, mas coloca em causa milhares de postos de trabalho e o futuro da única marca de automóveis de produção espanhola. A integração da Seat num conglomerado maior ou a sua descontinuação fazem parte das opções em análise pela administração do grupo.

SIC Notícias03/09/26, 23:22
Negócios

Educação e desenvolvimento comunitário lideram foco das empresas em projetos sociais no Brasil

Um levantamento do BISC/Comunitas revela que empresas investiram R$ 93 milhões em projetos sociais no Rio de Janeiro em 2025, colocando o estado na segunda posição nacional em presença de empresas com Investimento Social Privado (ISC), atrás apenas de São Paulo. Educação e desenvolvimento comunitário lideram as áreas de atuação, com jovens de 18 a 29 anos e crianças e adolescentes sendo os públicos-alvo principais, atingidos por 87% das empresas pesquisadas. O estudo também aponta para o crescente papel do impacto social corporativo no país, conforme dados complementares do Censo Gife e do Anuário Integridade ESG.

extra03/09/26, 23:10
Negócios

Carne bovina e suína ficam mais baratas após queda nas exportações para China

A queda nas exportações brasileiras de carne bovina e suína para a China está beneficiando o consumidor brasileiro com preços mais baixos nos supermercados. Dados do Índice de Preços de Supermercados (IPS), elaborado pela APAS em parceria com a FIPE, mostram que, entre janeiro e julho, o acém registrou a maior queda entre os cortes bovinos, com 3,90%, seguido pela alcatra, com 2,77%. Outros cortes como coxão mole, contrafilé, patinho e filé mignon também recuaram entre 1,30% e 2,45%. No segmento suíno, a queda acumulada no ano foi de 8,11%, com o pernil com osso despencando 13,52% e o lombo com osso, 10,16%. O economista-chefe da APAS, Felipe Queiroz, afirmou que a redução representa um alívio importante para o bolso do consumidor, especialmente em cortes do dia a dia.

extra03/09/26, 22:58