A feira semanal de Espinho, considerada a maior do país, está a perder o fulgor de outros tempos. O mês de agosto, tradicionalmente um dos mais movimentados, atrai ainda emigrantes, mas muitos limitam-se a passear, tirar fotografias e comprar alguns produtos agrícolas tradicionais, sem contribuir significativamente para as vendas.
Apesar do bom tempo registado durante grande parte do mês, as vendas ficaram abaixo do esperado. A chuva que caiu no dia 24 de agosto veio prejudicar particularmente a atividade comercial naquele dia.
Ricardo Fonseca, vendedor de tremoços e azeitonas há mais de 40 anos, reconhece que a realidade atual está muito distante daquela que conheceu no início da sua atividade. O comerciante aponta as grandes superfícies comerciais como uma das principais causas para o declínio das vendas na feira.




