Dormir melhor, colocar o corpo em movimento, encontrar amigos e ter tempo para não fazer nada são apontados como os primeiros passos para construir uma longevidade saudável. O artigo questiona a parafernália que cerca o tema actualmente, com relógios que medem métricas de saúde, suplementos que prometem soluções variadas e novas tecnologias com a promessa de acrescentar anos à vida.
A ciência, porém, continua a insistir no básico. Apesar de todos os avanços tecnológicos, as mesmas escolhas de sempre permanecem como ponto de partida. Cuidar do futuro pode parecer um projeto caro e complicado, mas os especialistas garantem que não é necessário muito para começar.
A geriatra Polianna Souza é citada no artigo afirmando que não existe fórmula mágica. Segundo ela, é necessário começar por aquilo que à primeira vista parece fácil, mas que exige criar hábitos adequados e ter disciplina.
O movimento é destacado como prioridade máxima da lista. Não é necessário frequentar uma academia cara nem ter um personal trainer disponível sete dias por semana. Subir escadas, praticar um desporto, dançar ou descobrir uma atividade que dê vontade de repetir são alternativas mencionadas como suficientes para começar.




