O IRS reduziu o seu pessoal de auditoria no ano passado, numa medida que foi interpretada como um esforço de redução de custos. A decisão fazia parte de uma estratégia para otimizar recursos dentro da instituição.
No entanto, a diminuição do quadro de funcionários dedicados à auditoria teve consequências inesperadas. Com menos pessoal a realizar verificações e fiscalizações, uma maior quantidade de impostos deixou de ser cobrada.
A situação coloca em causa a eficácia da medida de austeridade implementada. Embora a redução de custos tenha sido alcançada, o impacto negativo na receita fiscal acabou por superar qualquer poupança obtida.
O artigo sugere que a decisão pode ter sido contraproducente para as finanças públicas, levantando questões sobre a sustentabilidade de políticas de corte de pessoal em entidades responsáveis pela cobrança de impostos.




