Netanyahu acusa militares por não o terem "acordado" a 07 de outubro de 2023Foto de Mico Medel no Pexels
Política
Военный конфликт
Инвестиции
Выборы

Netanyahu acusa militares por não o terem "acordado" a 07 de outubro de 2023

RTP Notícias2 de setembro de 2026 às 07:00

O Primeiro-Ministro israelita, Benjamin Netanyahu, acusou a liderança militar de ter decidido não o acordar na manhã de 07 de outubro de 2023, data do ataque do Hamas que desencadeou a guerra em Gaza. As acusações surgem num contexto de tensões políticas elevadas e de investigações sobre as falhas de segurança que permitiram o ataque.

Esta não é a primeira vez que Netanyahu atribui responsabilidades às forças armadas e aos serviços de inteligência pelas falhas que antecederam o ataque. No entanto, esta acusação direta contra a liderança militar representa uma escalada significativa no conflito político interno israelita.

As declarações surgem num país extremamente polarizado, a poucas semanas das eleições legislativas. A tensão entre o governo e as forças armadas intensificou-se nos últimos meses, com vários responsáveis militares a criticarem publicamente a gestão do primeiro-Ministro durante a crise.

Notícias relacionadas

Política

Timor-Leste aprova regime especial de contratação pública para preparar presidência da ASEAN

O Governo de Timor-Leste aprovou hoje, em reunião do Conselho de Ministros, um regime especial de contratação pública destinado a preparar a presidência da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), que o país assumirá em 2029. Esta medida visa facilitar os processos logísticos e organizacionais necessários para a liderança de Timor-Leste no bloco regional.

RTP Notícias02/09/26, 07:30
Depois de chumbada a rentrée do Chega, talvez o PS deva deixar de carregar o peso de Neves
Política

Depois de chumbada a rentrée do Chega, talvez o PS deva deixar de carregar o peso de Neves

Depois de chumbada a moção de censura do Chega, este artigo de opinião argumenta que o PS deveria deixar de carregar o peso político de um ministro do PSD, referindo-se possivelmente a José Luís Carneiro. O texto sustenta que, embora ninguém acredite que Carneiro seja como Ventura, a colagem do PS à política do PSD é historicamente verosímil, e que é precisamente essa a função da moção de censura do Chega. O articulista considera que esta dinâmica não é má para o PSD, pois esse ministro tem funcionado como um para-raios, sendo o PS que paga metade da fatura política. Conclui que, por mais respeitável que seja o seu humanismo, está politicamente morto e a esquerda não tem de carregar esse peso — não é castigo, é consequência de ter navegado em águas que não são as suas.

Expresso02/09/26, 07:23
Política

André Ventura anuncia hoje decisão sobre moção de censura

André Ventura, presidente do partido Chega, anunciou que remete para esta quarta-feira a decisão sobre a apresentação de uma moção de censura ao governo da Aliança Democrática (AD). Caso se concretize, será a segunda moção de censura apresentada pelo Chega em apenas um ano e meio, evidenciando a oposição contínua do partido ao executivo.

Observador02/09/26, 07:21
Oposição na Câmara de Lisboa unânime a acusar Moedas de desresponsabilização pelo acidente no elevador da Glória
Política

Oposição na Câmara de Lisboa unânime a acusar Moedas de desresponsabilização pelo acidente no elevador da Glória

Os vereadores da oposição na Câmara Municipal de Lisboa foram unânimes ao criticar o presidente Carlos Moedas, acusando-o de tentar desresponsabilizar-se pelo acidente no elevador da Glória, que resultou em mortes. A oposição manifestou ainda não ter recebido qualquer informação sobre o memorial em homenagem às vítimas que teria sido anunciado pela autarquia.

Correio da Manhã02/09/26, 07:20