Luís Loia analisa a administração Trump, considerando que a equipa do Presidente norte-americano demonstra uma postura errática que prejudica gravemente o papel e a imagem dos Estados Unidos no cenário internacional.
O especialista aponta que esta erraticidade na liderança norte-americana tem consequências significativas para a forma como o país é percecionado mundialmente, comprometendo a sua credibilidade como potência global.
Relativamente à intervenção norte-americana no Irão, Loia é claro ao afirmar que esta não se justifica por preocupações com direitos humanos, mas sim por interesses económicos relacionados com o controlo das reservas de petróleo iranianas.
O analista sugere assim que as ações da administração Trump são motivadas por estratégicas económicas e geopolíticas, mais do que por princípios humanitários frequentemente invocados publicamente.




