O empresário Joshua Kushner atribuiu, nesta segunda-feira, ao que chamou de lutas de poder no futebol a forte resistência ao plano da Fifa de abrir algumas de suas competições, incluindo a Copa do Mundo, ao investimento privado, reconhecendo que sua empresa não teria participado se tivesse previsto tal nível de oposição.
Kushner é irmão do genro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seus comentários são os primeiros desde que a Fifa abandonou seu plano de privatização. A resistência ao plano foi intensa e levou à reversão da proposta.
Enquanto isso, a Uefa está preparando um processo criminal contra o presidente da entidade máxima do futebol mundial, Gianni Infantino, o que evidencia o clima de conflito entre as principais instâncias do futebol global.
"Embora apoiemos as motivações da FFE (Fifa Forward Enterprise), não conseguimos prever a dinâmica política do futebol mundial e até onde alguns estavam dispostos a ir", disse Kushner, admitindo que a empresa não anteviu a magnitude da oposição política ao projeto.




