A plataforma de moda online Shein concretizou finalmente a sua entrada em bolsa, pondo fim a uma longa espera que se arrastava há vários anos. A empresa, sediada na China, conseguiu listar-se num mercado bolsista, embora os detalhes sobre qual exactamente não sejam mencionados no artigo.
O valor actual da empresa representa uma quebra significativa em relação ao seu passado recente. A capitalização bolsista da Shein é agora 73% inferior ao valor que a empresa alcançou em 2022, reflectindo uma forte desvalorização desde o seu pico.
A entrada em bolsa surge após múltiplas tentativas falhadas de cotação em mercados internacionais. Inicialmente, a empresa tentou vender ações em Nova Iorque, mas esse plano não se concretizou. Posteriormente, voltou a tentar o mesmo processo em Londres, onde também enfrentou obstáculos.
O caso de Londres acabou por fracassar devido à intervenção dos reguladores chineses, que tomaram a decisão final de bloquear a operação naquele mercado. Esta intervenção das autoridades chinesas acabou por condicionar significativamente a estratégia de expansão bolsista da empresa.




