Galp e BCP levam Lisboa a arranque no verde
Negócios
Инвестиции
Lisboa

Galp e BCP levam Lisboa a arranque no verde

Jornal de Negócios31 de agosto de 2026 às 08:14

A bolsa portuguesa arrancou a última sessão de agosto em alta, impulsionada pelo desempenho positivo das principais cotadas. Os mercados reagiram favoravelmente às condições de negociação que marcaram o início desta jornada bolsista.

Os pesos pesados Galp e BCP foram os principais responsáveis por sustentar o sentimento positivo no índice português. Estas duas empresas, entre as mais relevantes do PSI 20, lideraram os ganhos e contribuíram significativamente para a tendência de valorização observada.

O banco liderado por Miguel Maya destacou-se ao renovar máximos de mais de 11 anos. Este marco representa um sinal de força do setor financeiro nacional e reflete a confiança dos investidores na trajetória da instituição.

Notícias relacionadas

Negócios

World Footwear destaca MIND

A empresa portuguesa MIND, fundada em 1997 e sediada em São João da Madeira, foi destacada pela World Footwear pelo seu trabalho no âmbito da agenda mobilizadora FAIST – Fábrica Ágil, Inteligente, Sustentável e Tecnológica, coordenada pelo CTCP – Centro Tecnológico do Calçado de Portugal. Recorrendo à sua experiência em CAD/CAM industrial, a MIND desenvolveu ferramentas de desenvolvimento de produto e soluções de organização e gestão para o cluster do calçado.

NotíciasdeAveiro.pt01/09/26, 00:08
Negócios

O pacote chinês e o álibi europeu

Em 2025, 5,9 mil milhões de artigos de baixo valor entraram na União Europeia, mais de 90% da China, com Portugal a registar um crescimento de 227% nestas importações entre 2022 e 2025. A UE implementou desde julho uma taxa aduaneira fixa de 3 euros por categoria em encomendas até 150 euros. O artigo argumenta que a tarifa pode ser defensável para segurança dos consumidores, mas não resolve a fragilidade industrial europeia. Defende que a competitividade chinesa resulta de um ecossistema complexo de produtividade, automação e logística que não se replica por decreto, e que a Europa errou ao acreditar que poderia transferir produção mantendo poder de definir regras. Conclui que a resposta europeia deve assentar em energia competitiva, financiamento produtivo, inovação aplicada e formação técnica, não em protecionismo automático.

Jornal Económico01/09/26, 00:07
Negócios

A indústria voltou ao centro da geopolítica

A indústria automóvel chinesa viveu uma transformação estrutural nas últimas duas décadas, passando de 2 para mais de 30 milhões de veículos por ano, representando um terço da produção mundial. Com o abrandamento do mercado interno, a China acelera a exportação, especialmente de veículos elétricos, o que transformou uma questão económica numa questão de autonomia estratégica. Os Estados Unidos responderam com tarifas superiores a 100% e planos de reindustrialização, a Índia protege o seu mercado, e o Japão e a Coreia apostam na inovação. A Europa, com mais de 13 milhões de empregos dependentes do setor automóvel e 7% do PIB da UE, permanece um dos mercados mais abertos, levanta a questão de saber se conseguirá preservar capacidade produtiva e desenvolver tecnologias críticas. O artigo alerta que o que hoje acontece no setor automóvel poderá repetir-se amanhã na robótica, energia, eletrónica e inteligência artificial, e que a maior ameaça talvez não seja a concorrência chinesa, mas sim a ausência de uma visão europeia para competir num mundo onde a indústria voltou ao centro da geopolítica.

Jornal Económico01/09/26, 00:06
Negócios

VIDIGUEIRA: MUNICÍPIO APRESENTA NOVO ESPAÇO VIDIGUEIRA EMPREENDE

O município de Vidigueira vai apresentar esta tarde, às 17.30 horas, na Biblioteca Municipal Doutor Palma Caetano, o novo Espaço Vidigueira Empreende, durante uma sessão pública de lançamento.

O Atual - Informação de Verdade01/09/26, 00:06