O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) chega ao fim cinco anos depois do seu início, nesta segunda-feira. Durante este período, o plano sofreu sete revisões que conduziram a uma reorientação significativa das verbas disponíveis.
As revisões resultedaram num aumento dos fundos destinados às empresas, em detrimento de outras áreas. A mobilidade sustentável, a gestão hídrica e as respostas sociais foram os setores mais afetados por esta redistribuição de recursos.
Costa Silva, numa declaração sobre o fim do plano, afirmou que "o plano era para ser ambicioso", sugerindo que os objetivos iniciais não foram totalmente cumpridos. O responsável não especificou quais as expectativas que ficaram por concretizar.




