O artigo aborda a armadilha de acreditar que a política exige simplicidade por parte dos políticos. O autor reflete sobre a ideia de que não é necessário que os políticos sejam pessoas fáceis de lidar ou que tenham a simpatia como principal característica.
O texto menciona especificamente os políticos Soares e Sá Carneiro, sugerindo que o autor não considera que fossem pessoas fáceis de conviver. No entanto, o artigo argumenta que essa não é uma qualidade que se deve esperar de um político.
O texto parece ser uma reflexão opinativa sobre a exigência de simplicidade e acessibilidade na política, questionando se esses atributos são realmente necessários ou desejáveis em figuras políticas. A mensagem central é que a dificuldade de trato ou a falta de simpatia não deveriam ser critérios para avaliar a competência ou adequação de um político.




