Consulta pública da Estratégia Nacional de Armazenamento de energia arranca sábadoFoto de Tiago Bellato no Pexels
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Consulta pública da Estratégia Nacional de Armazenamento de energia arranca sábado

Eco29 de agosto de 2026 às 17:49

A fase de consulta pública da Estratégia Nacional de Armazenamento arrancou hoje e prolonga-se por 20 dias, anunciou o Governo através do Ministério do Ambiente e Energia. A consulta está disponível na plataforma Participa.pt, onde cidadãos, empresas ou associações podem participar registando comentários ou documentos.

A estratégia, apresentada pelo Governo em 29 de junho, foi elaborada com base em estudos do INESC-TEC e do Instituto Superior Técnico. O documento apresenta diferentes cenários para os horizontes 2026-2030 e 2026-2040, com o objetivo de reduzir a necessidade de importação de energia e integrar mais energia renovável em Portugal.

A estratégia contempla o armazenamento de energia através de baterias e bombagem hídrica. Segundo a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, haverá sempre uma mistura entre estes dois tipos de armazenamento, sendo que a componente de armazenamento hídrico carece de autorização de Bruxelas.

A governante explicou que o armazenamento é importante para tirar partido das energias renováveis disponíveis, permitindo armazenar energia quando há muito sol e pouco consumo, e utilizá-la quando existe menos sol e vento e maior procura. A medida visa ainda a segurança do abastecimento, a estabilização de preços, a competitividade do sistema e a descarbonização.


A fase de consulta pública da Estratégia Nacional de Armazenamento, para armazenar energia com recurso a baterias e a bombagem hídrica, arrancou hoje e prolonga-se por 20 dias, anunciou o Governo.

A consulta pública está disponível em Participa.pt, onde cidadãos, empresas ou associações podem exercer o seu direito de participação e registar comentários ou documentos, nota o Ministério do Ambiente e Energia, em comunicado.

Esta estratégia foi apresentada pelo Governo em 29 de junho, tendo em vista colmatar períodos de défice, alcançar uma maior soberania e contribuir para a estabilização dos preços.

A Estratégia Nacional de Armazenamento, elaborada com base em estudos do INESC-TEC e do Instituto Superior Técnico, tem um período de consulta pública, que abriu agora, e na parte que diz respeito ao armazenamento hídrico carece de autorização de Bruxelas, disse a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, na altura.

O documento aponta diferentes cenários, no horizonte 2026 – 2030 e 2026 – 2040, no sentido de Portugal reduzir a necessidade de importação de energia e passar a integrar mais energia renovável.

Vai entrar em consulta pública e vamos escolher o cenário“, afirmou então a ministra, indicando que haverá sempre “uma mistura entre armazenagem por baterias e armazenagem hídrica”.

O armazenamento é importante, porque nos permite tirar partido das energias renováveis disponíveis. Quando há muito sol e pouco consumo, de certo modo perdemos essa energia e isso vai possibilitar armazenar e usar quando existe menos sol e menos vento e existe muito consumo”, explicou a governante, em declarações aos jornalistas no final da apresentação dos relatórios técnicos.

De acordo com a ministra, a medida é importante para a segurança do abastecimento, para o preço, para a competitividade do sistema e para a descarbonização.

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