Trotinetes partilhadas vão desaparecer das ruas de Braga até ao início da próxima semanaFoto de Alyona Nagel no Pexels
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Trotinetes partilhadas vão desaparecer das ruas de Braga até ao início da próxima semana

Mais Guimarães28 de agosto de 2026 às 14:26

As trotinetes partilhadas vão desaparecer das ruas de Braga até ao início da próxima semana. A Bolt, atualmente o único operador na cidade, irá proceder à recolha de todos os equipamentos entre os dias 31 de agosto e 1 de setembro, dentro do prazo de 60 dias estabelecido pela Câmara Municipal para a remoção integral. A decisão de suspender a operação foi aprovada pelo executivo municipal a 29 de junho.

O presidente da Câmara, João Rodrigues, justificou a medida com preocupações relacionadas com a segurança rodoviária e pedonal. Só durante este ano foram registados mais de 40 acidentes envolvendo trotinetes e velocípedes, na sua maioria associados à utilização por jovens com menos de 18 anos. O número de equipamentos cresceu significativamente, passando de cerca de 100 trotinetes, há oito anos, para quase 600 atualmente. Também o número de viagens evoluiu de 32 mil em 2023 para 144 mil em 2025.

O autarca considerou que as trotinetes partilhadas representam atualmente "mais um problema do que uma vantagem para a cidade", apontando para o incumprimento frequente das regras de utilização e falta de mecanismos eficazes de controlo por parte das operadoras. A proposta aprovada referiu ainda impactos na segurança dos peões, problemas de ocupação do espaço público e a ausência de regulamentação municipal específica.

A decisão contou com os votos favoráveis de PSD/CDS-PP/PPM, PS, Iniciativa Liberal e Chega, enquanto o movimento Amar e Servir Braga se absteve, defendendo que a medida deveria ser sustentada por dados estatísticos mais detalhados. Com a retirada dos equipamentos, Braga fica sem qualquer serviço de trotinetes partilhadas, embora a autarquia admita que a suspensão possa servir para repensar um futuro modelo de regulamentação.

De acordo com o município, a Bolt, atualmente o único operador de trotinetes partilhadas na cidade, irá proceder à recolha de todos os equipamentos entre os dias 31 de agosto e 1 de setembro, dentro do prazo de 60 dias estabelecido pela Câmara para a sua remoção integral. A decisão de suspender a operação das trotinetes partilhadas foi aprovada em reunião do executivo municipal a 29 de junho. Na altura, o município determinou que, terminado o prazo concedido à empresa, poderia avançar para a remoção coerciva dos equipamentos, imputando todos os custos à operadora.

O presidente da Câmara de Braga, João Rodrigues, justificou a medida com preocupações relacionadas com a segurança rodoviária e pedonal. Segundo o autarca, só durante este ano foram registados mais de 40 acidentes envolvendo trotinetes e velocípedes, na sua maioria associados à utilização de trotinetes por jovens com menos de 18 anos. João Rodrigues sublinhou ainda que o número de equipamentos disponíveis na cidade aumentou significativamente desde o início do projeto, passando de cerca de 100 trotinetes, há oito anos, para quase 600 atualmente. Também o número de viagens registou um crescimento expressivo, evoluindo de 32 mil em 2023 para 63 mil em 2024 e atingindo as 144 mil viagens em 2025.

Para o autarca, as trotinetes partilhadas representam atualmente “mais um problema do que uma vantagem para a cidade”, apontando ainda para o incumprimento frequente das regras de utilização e para a falta de mecanismos eficazes de controlo por parte das operadoras. A proposta aprovada pelo executivo municipal referia igualmente impactos na segurança dos peões, problemas de ocupação do espaço público e a ausência de regulamentação municipal específica que permita enquadrar adequadamente este tipo de mobilidade.

A decisão contou com os votos favoráveis de PSD/CDS-PP/PPM, PS, Iniciativa Liberal e Chega. O movimento Amar e Servir Braga optou pela abstenção, defendendo que a medida deveria ser sustentada por dados estatísticos mais detalhados.

Com a retirada dos equipamentos, Braga deixa de ter, para já, qualquer serviço de trotinetes elétricas partilhadas em funcionamento. A autarquia admite, contudo, que esta suspensão possa servir para repensar um futuro modelo de regulamentação e utilização destes meios de mobilidade suave na cidade.

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