Carris apresenta na segunda-feira solução para o futuro elevador da Glória
Eco28 de agosto de 2026 às 13:22
A Carris vai apresentar na próxima segunda-feira uma solução para o futuro do Elevador da Glória, em Lisboa, a três dias de se completar um ano do acidente de 3 de setembro de 2025, que provocou a morte a 16 pessoas e ferimentos a outras 20. A apresentação decorrerá no auditório da Ordem dos Engenheiros, onde serão divulgados os conceitos técnicos e as principais linhas orientadoras da proposta em desenvolvimento, que deverá privilegiar a segurança dos utilizadores e preservar a relação histórica do ascensor com a Calçada da Glória.
Uma semana após o acidente, o município de Lisboa constituiu uma equipa técnica para o desenvolvimento de um novo sistema tecnológico, formada por membros da Ordem dos Engenheiros, do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e do Instituto Superior Técnico (IST). Esta equipa é composta por João Godinho Viegas, Luís Oliveira Santos e Jorge Ambrósio, entre outros técnicos.
Esta sexta-feira foi igualmente noticiado que a Carris terminou todos os contratos com a MNTC, empresa responsável pela manutenção do Elevador da Glória quando ocorreu o acidente, que prestava serviços à transportadora desde 2017.
A seguradora Fidelidade revelou que assumiu a responsabilidade pelo reembolso de aproximadamente 2,3 milhões de euros em despesas relacionadas com o acidente, incluindo serviços funerários, repatriamentos, tratamentos, cirurgias, reabilitação e salários perdidos. Até à data, a seguradora concluiu acordos de indemnização com quatro famílias, encontrando-se sete processos ainda em negociação.
Acidente no Elevador da Glória, em LisboaHugo Amaral/ECO
A Carris vai apresentar, esta segunda-feira, uma solução para o futuro elevador da Glória, a três dias de se completar um ano do trágico acidente que provocou a morte a 16 pessoas e ferimentos a outras 20. Além de privilegiar a segurança dos utilizadores, o novo projeto deverá conciliar engenharia com o património e preservar a relação histórica do ascensor com a Calçada da Glória.
Na sessão marcada para o início da próxima semana — que terá lugar no auditório da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa –, serão igualmente divulgados os conceitos técnicos e as principais linhas orientadoras da proposta que se encontra em desenvolvimento.
Uma semana após o acidente, o município de Lisboa nomeou uma equipa para o desenvolvimento de um “novo sistema tecnológico” do elevador, constituída por técnicos da Ordem dos Engenheiros, do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e do Instituto Superior Técnico (IST), noticiava o ECO a 11 de setembro de 2025.
Entre esses técnicos, estão João Godinho Viegas, diretor do Centro de Instrumentação Científica e Tecnologias de Informação do LNEC, e Jorge Ambrósio, professor de Biomecânica do Movimento no IST.
A equipa ficou completa com Luís Oliveira Santos, diretor do Departamento de Estruturas do LNEC, Manuel Tender, coordenador do grupo de Segurança no Trabalho da Ordem dos Engenheiros, e Ricardo da Cunha Reis, presidente do Colégio de Engenharia e Qualidade da Ordem dos Engenheiros.
Entretanto, esta sexta-feira o Observador noticia que a Carris terminou todos os contratos com a MNTC, a empresa responsável pela manutenção do Elevador da Glória quando ocorreu o acidente de 3 de setembro de 2025. Esta empresa prestava serviços à transportadora desde 2017.
A seguradora informou igualmente que, até à data, concluiu acordos de indemnização com quatro famílias e estão atualmente em negociação sete processos.
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