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Que espécie é esta: Epitonium clathrus

Wilder28 de agosto de 2026 às 12:03

A leitora Lisa encontrou um animal marinho a 14 de agosto de 2026 numa praia do litoral alentejano, dentro de uma poça de água com cerca de 1,5 metros de profundidade entre rochas. Ao tentar verificar se a concha tinha algo no interior, o animal libertou uma tinta púrpura muito forte, confirmando que estava vivo. A leitora enviou fotografias e perguntas à Wilder sobre a espécie, perguntando se seria vulnerável ou estaria em extinção.

O especialista Gonçalo Calado, professor da Universidade Lusófona, identificou o animal como sendo o Epitonium clathrus, classificado por Carolus Linnaeus em 1758. Trata-se de uma espécie de molusco gastrópode marinho da família Epitoniidae.

Esta espécie está amplamente distribuída na Europa, pelo oceano Atlântico e pelo Mar Mediterrâneo. Vive em sedimentos de areia e é uma espécie sub-litoral que migra para zonas de menor profundidade durante a primavera e o verão para se reproduzir. A sua concha, de tons acastanhados, pode medir até quatro centímetros de altura.

A leitora Lisa pediu ajuda na identificação de um animal que encontrou a 14 de agosto numa praia do litoral alentejano. Gonçalo Calado responde.

“Sou a Lisa e no dia 14 de Agosto de 2026, numa praia perto da casa dos meus pais, no litoral alentejano, encontrei este animal numa poça de água com cerca de 1,5m de profundidade entre rochas. Estou bastante segura que está vivo, porque ao tentar ver se a concha tinha algo no interior, ele lançou uma tinta púrpura muito forte. Gostava de saber que espécie é esta. Será vulnerável? Ou estará em extinção?”, perguntou a leitora à Wilder.

Tratar-se-á de um Epitonium clathrus.

Espécie identificada por: Gonçalo Calado, professor da Universidade Lusófona.

“Presumo que se trate de Epitonium clathrus (Linnaeus, 1758)”, respondeu Gonçalo Calado.

Esta é uma espécie de molusco gastrópode marinho da família Epitoniidae, classificada por Carolus Linnaeus, em 1758.

Esta espécie está amplamente distribuída na Europa, pelo oceano Atlântico e Mar Mediterrâneo.

Vive em sedimentos de areia e é uma espécie sub-litoral que migra para zonas de menor profundidade durante a primavera e o verão para se reproduzir.

A sua concha, de tons acastanhados, pode medir até quatro centímetros em altura.


Agora é a sua vez.

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