Este texto apresenta uma reflexão sobre a relação entre as crianças e a tecnologia, servindo possivelmente de introdução a um artigo mais extenso ou de um texto de opinião.
O título sugere que existe um receio generalizado em permitir que as crianças pensem de forma livre e autónoma, particularmente no contexto digital.
O argumento central levanta a preocupação de que os adultos estão tão focados em proteger os jovens dos perigos da tecnologia que poderão estar a negligenciar uma função fundamental da educação: ensinar as crianças a pensar por si mesmas.
O texto sugere que, independentemente dos avanços tecnológicos, a capacidade de pensar permanece como uma competência que nenhuma ferramenta digital pode substituir, e que esta deveria ser uma prioridade na educação das novas gerações.




