Pesquisadores Atraem Atenção para o Perfil de Risco Associado à DemênciaFoto de K2 Production no Pexels
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Pesquisadores Atraem Atenção para o Perfil de Risco Associado à Demência

Notícias Portugal28 de agosto de 2026 às 10:25

Um estudo recente liderado por Rui Araújo, professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, identificou sinais de alerta para doenças neurodegenerativas, como a doença de Alzheimer, em pessoas com mais de 76 anos. A pesquisa, publicada na revista científica Sinapse da Sociedade Portuguesa de Neurologia, revelou que a apatia e o comportamento de olhar sistematicamente para um familiar ou cuidador durante consultas médicas são indicativos preocupantes de demência.

A investigação observou pacientes em consultas de Neurologia no norte de Portugal, identificando que aqueles com queixas cognitivas específicas e históricos médicos relevantes apresentam maior risco de desenvolver demência. O estudo também encontrou que muitas pessoas com queixas cognitivas não apresentavam doenças psiquiátricas prévias, mas ainda assim evidenciavam resultados preocupantes em testes cognitivos.

A detecção precoce é considerada crucial pelo pesquisador, pois permite a realização de exames adicionais que podem levar a um diagnóstico adequado, promovendo intervenções que preservem a autonomia e a qualidade de vida dos pacientes. Araújo destaca a importância de novas terapias para fases precoces da doença de Alzheimer e a necessidade de identificação correta dos pacientes.

Em Portugal, estima-se que cerca de 160 mil pessoas com mais de 60 anos sofram de algum tipo de demência, principalmente a doença de Alzheimer. O especialista recomenda a prática regular de exercício físico, uma alimentação saudável, padrões de sono adequados e atividades cognitivas para ajudar a retardar a progressão das demências. O estudo contou com a colaboração de outros pesquisadores da FMUP, incluindo Mafalda Silva, Carolina Correia e Daniel Ferro.

Um estudo recente, liderado por Rui Araújo, professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, destaca sinais de alerta para doenças neurodegenerativas, como a doença de Alzheimer, em pessoas com mais de 76 anos. Publicado na revista científica Sinapse, da Sociedade Portuguesa de Neurologia, o estudo revela que a apatia e o comportamento de olhar sistematicamente para um familiar ou cuidador durante consultas médicas são indicativos preocupantes.

A pesquisa observou pacientes em consultas de Neurologia no norte de Portugal, identificando que aqueles com queixas cognitivas específicas e históricos médicos relevantes apresentam maior risco de desenvolver demência. Araújo sublinha a importância de vigilância redobrada em situações onde exames complementares não estão disponíveis, pois as queixas cognitivas não são exclusivas de doenças neurodegenerativas.

O estudo também encontrou que muitas pessoas com queixas cognitivas não apresentavam doenças psiquiátricas prévias, mas ainda assim evidenciavam resultados preocupantes em testes cognitivos. Araújo enfatiza que essas queixas são comuns e responsáveis pela maioria das consultas neurológicas, porém nem sempre indicam uma demência.

A detecção precoce é crucial, pois permite a realização de exames adicionais que podem levar a um diagnóstico adequado, promovendo intervenções que preservem a autonomia e a qualidade de vida dos pacientes. Araújo destaca a importância de novas terapias para fases precoces da doença de Alzheimer e a necessidade de identificação correta dos pacientes.

Além disso, o especialista recomenda que a prática regular de exercício físico, uma alimentação saudável, padrões de sono adequados e atividades cognitivas podem ajudar a retardar a progressão de demências. Em Portugal, estima-se que cerca de 160 mil pessoas com mais de 60 anos sofram de algum tipo de demência, principalmente a doença de Alzheimer. O estudo de Araújo contou com a colaboração de outros pesquisadores da FMUP, incluindo Mafalda Silva, Carolina Correia e Daniel Ferro.

Origem: Universidade do Porto

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