A província de Castellón, em Espanha, desenvolveu uma rota de grafitis que atravessa o território desde o Mediterrâneo até ao rio Mijares. Esta rota singular transforma villages e cidades em galerias ao ar livre, onde grandes murais de arte urbana contam histórias através dos muros.
Durante séculos, as paredes de Castellón serviram como espaço de expressão. O artigo refere que as primeiras manifestações foram as pinturas rupestres do Maestrazgo, seguidas pelos azulejos cerâmicos que decoraram ruas e fachadas, criando uma tradição artística que se mantém viva.
A rota atual representa uma mudança de paradigma. O grafiti já não é considerado sinónimo de pintada clandestina, mas sim uma forma de cultura e identidade local. A recuperação de espaços públicos é um dos objetivos principais desta iniciativa, que posiciona a arte urbana como elemento patrimonial da região.




