Adriana Batista e Filipa Hilário, duas jovens naturais de Lisboa, desenvolveram um projeto durante o ensino secundário que apresentaram na Mostra Nacional de Ciência no ano passado. O projeto permitiu às duas jovens ganhar o Prémio Raquel Seruca, um reconhecimento que abriu portas para uma oportunidade inesperada.
Poucos meses após a apresentação na Mostra Nacional de Ciência, Adriana e Filipa viram o seu trabalho recompensado com acesso ao quotidiano de um instituto de investigação no Porto. Esta experiência prática permitiu-lhes conhecer de perto o ambiente da investigação científica.
O prémio recebido pelas duas jovens está associado ao i3S, o Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto. Através desta distinção, as estudantes puderam imergir nas atividades e rotinas de um centro de investigação de referência. O artigo sugere que esta experiência representa um marco importante no percurso académico e científico das duas jovens lisboetas.



