Mota-Engil contesta exclusão do concurso da alta velocidade Oiã-SoureFoto de Joice Rivas no Pexels
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Mota-Engil contesta exclusão do concurso da alta velocidade Oiã-Soure

Eco28 de agosto de 2026 às 07:59

A Mota-Engil vai contestar a exclusão do consórcio Lusolav, do qual faz parte, do concurso para o troço Oiã-Soure da alta velocidade ferroviária. O júri do concurso recomendou a adjudicação à proposta apresentada pelo consórcio formado pela Sacyr, DST e ACA, o que levou a construtora portuguesa a questionar a decisão. O CEO Carlos Mota dos Santos criticou a pontuação de apenas 8,381 em 20 atribuída à sua proposta, afirmando nunca ter visto um concurso com intenção de adjudicação a uma proposta sem avaliação positiva.

O consórcio Lusolav, que integra a Mota-Engil e outras seis construtoras portuguesas, tem agora dez dias para apresentar formalmente a contestação ao relatório preliminar. A construtora considera errada a sua exclusão e aponta também dúvidas sobre a proposta concorrente vencedora.

A Lusolav havia alegado que a proposta apresentada pela Sacyr, DST e ACA excedia em 186 milhões de euros o custo máximo previsto para a empreitada na zona de Coimbra. Esta questão financeira foi um dos argumentos utilizados para contestar a recomendação de adjudicação.

Apesar do processo de contestação em curso, Carlos Mota dos Santos garantiu que o interesse do consórcio Lusolav nos futuros concursos para a alta velocidade em Portugal não está em causa, sinalizando a intenção de continuar a participar em projetos semelhantes.


A Mota-Engil vai contestar a exclusão do consórcio Lusolav do concurso para o troço Oiã-Soure da alta velocidade, depois de o júri recomendar a adjudicação à Sacyr, DST e ACA, avança o Jornal de Negócios. O CEO Carlos Mota dos Santos questiona a decisão e a pontuação de apenas 8,381 em 20 atribuída à proposta concorrente. “Eu nunca tinha visto um concurso com uma intenção de adjudicação a uma proposta com uma avaliação que não é sequer positiva”, afirmou.

O consórcio tem agora dez dias para contestar o relatório, considerando errada a sua exclusão e apontando também dúvidas sobre a proposta concorrente. A Lusolav, que integra a Mota-Engil e outras seis construtoras portuguesas, tinha alegado que a proposta concorrente excedia em 186 milhões de euros o custo máximo previsto para a empreitada na zona de Coimbra.

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Apesar do processo, o líder da Mota-Engil garante que o interesse do consórcio Lusolav nos futuros concursos para a alta velocidade “não está em causa”.

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