O Ministério da Economia implementou uma aplicação de WhatsApp governamental no valor de 600 mil euros, financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência, que acabou por não funcionar conforme o previsto.
A ferramenta, que tinha como objetivo facilitar a comunicação entre o governo e os cidadãos, foi abandonada sem ter cumprido os seus objetivos iniciais de forma eficaz.
Como esta despesa fazia parte do PRR, Portugal poderá enfrentar consequências junto das autoridades europeias, potencialmente tendo "Bruxelas à perna" em relação à utilização dos fundos comunitários alocados a este projeto falhado.




