Uma ativista de Hong Kong foi condenada na semana passada por ter organizado vigílias anuais em memória do massacre de Tiananmen. Durante uma audiência judicial, ela declarou que continuará a sua luta mesmo a partir da prisão.
A ativista enfrentou o tribunal garantindo que a sua determinação permanece intacta apesar da sentença. As vigílias anuais que ela organizava commemoravam os eventos de 4 de junho de 1989, quando forças militares chinesas reprimiram protestantes na Praça Tiananmen em Pequim.
Hong Kong foi historicamente o único território sob domínio chinês onde essas vigílias podiam ser realizadas publicamente, mas as autoridades têm vindo a restringi-las nos últimos anos. A condenação faz parte de um padrão mais amplo de repressão das liberdades civis na região desde a implementação da Lei de Segurança Nacional em 2020.




