O Partido Popular (PP) está convencido de que a crise de Ceuta representa uma situação "terminal" para o presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez. Um importante membro da direção do PP explicou de forma gráfica, fazendo um gesto com os dedos, que "Sánchez perdeu o pulso, esta é uma crise terminal".
A convicção dos populares усилилась após a primeira ronda de comparecências ministeriais no Congresso dos Diputados, que incluiu esta semana Margarita Robles (Defesa), Félix Bolaños (Presidência e Justiça), Ángel Víctor Torres (Política Territorial) e Mónica García (Saúde).
As comparecências continuam nesta sexta-feira com Fernando Grande-Marlaska (Interior), José Manuel Albares (Assuntos Exteriores) e Elma Saiz (Segurança Social, Inclusão e Migrações), o que sugere que o executivo está a tentar gerir a crise desencadeada pela situação em Ceuta.
O PP, como primeiro partido da oposição, considera que a crise de Ceuta deixou seriamente tocado o presidente do Governo, e esta perceção tornou-se absoluta após o primeiro dia de sessões parlamentares dedicadas ao tema.




