Da bicicleta à prancha: o que pode e o que não pode levar em viagens de Uber
oglobo27 de agosto de 2026 às 13:00
A Uber permite que passageiros levem diversos itens em suas viagens, como pranchas de surfe, bicicletas, violões, caixas e encomendas, desde que obedeçam a um critério principal: o objeto deve caber no veículo e poder ser transportado com segurança. Segundo a empresa, bagagens e pertences devem ser acomodados de forma segura, utilizando o porta-malas ou o bagageiro sempre que possível, não podendo ocupar o espaço dos passageiros nem comprometer a segurança da viagem. Bicicletas podem ser transportadas quando houver espaço adequado, devendo as dobráveis estar fechadas e acomodadas no bagageiro, assim como pranchas de surfe e outros equipamentos esportivos.
A Fosun, acionista da Fidelidade e do BCP, alcançou um lucro de aproximadamente 217 milhões de euros no primeiro semestre, mais do que duplicando (160,3%) o resultado líquido face ao período homólogo, totalizando 1.700 milhões de yuans renmimbis.
Um advogado afirmou que o reposicionamento de técnicos superiores das escolas, vários anos após a sua vinculação aos quadros do Ministério da Educação, é juridicamente questionável, acrescentando que decisões judiciais anteriores se têm mostrado favoráveis aos trabalhadores.
O chef João Sá, do restaurante Sála, compara o fine dining a "uma corrida de Fórmula 1", destacando que a atividade exige vontade e coragem, além de afetar profundamente quem lidera equipas grandes. Em entrevista, Sá alerta que o mercado pode não suportar muitas mais estrelas Michelin, e aconselha terapia para quem dirige equipas numerosas na alta gastronomia.
A exploração ilegal de serviços básicos como energia elétrica, água, internet e TV, conhecida como "gato", custa R$ 11,5 bilhões por ano ao Brasil, prejudicando consumidores que pagam em dia, concessionárias e a arrecadação tributária. O tema foi debatido em painel do Seminário Mercado Ilegal, com mediação do repórter Fabio Gramer. Na área de telecomunicações, mais de 10 milhões de produtos não homologados foram retirado do mercado entre 2018 e 2025 como forma de combater a oferta ilegal de serviços.