O que une o quinteto que inclui Marina Silva, Manuela D'Ávila e Tabata AmaralFoto de Photokane no Pexels
Política
Выборы
Coimbra

O que une o quinteto que inclui Marina Silva, Manuela D'Ávila e Tabata Amaral

oglobo9 de setembro de 2026 às 08:00

O título da matéria questiona o que une um quinteto que inclui as deputadas Marina Silva, Manuela D'Ávila e Tabata Amaral, entre outros nomes não especificados no conteúdo visível.

A escritora Beatriz Sawaya Botelho Bracher entrou, entre os dias 2 e 3 de setembro, para a lista dos maiores doadores a candidaturas nestas eleições.

Segundo a matéria, até ontem (data não especificada no trecho visível), Beatriz estava entre os 20 maiores doadores destas eleições.

O restante do conteúdo é exclusivo para assinantes e está protegido por paywall, não sendo possível acessar a informação completa sobre o que une o quinteto mencionado ou outros detalhes da investigação.

Notícias relacionadas

Solo cinco de los 11 nuevos centros educativos para el curso 2026-2027 en Castellón estarán listos en septiembre
Política

Apenas cinco dos 11 novos centros educativos para o ano letivo 2026-2027 em Castellón estarão prontos em setembro

A Comunidade Valenciana inaugurará 28 novos centros educativos para o ano letivo 2026-2027, mas apenas metade estará pronta para receber alunos em setembro. Segundo dados da Generalitat, 14 dessas novas infraestruturas abrirão em setembro de 2026, enquanto as outras 14 serão integradas de forma progressiva ao longo do ano letivo. Na província de Castellón, apenas 5 dos 11 novos centros estarão operacionais no início das aulas.

El Periódico Mediterráneo - General09/09/26, 08:18
Política

Horário das esplanadas aguarda regulamentação

O artigo aborda a questão do horário das esplanadas, que terão de encerrar à meia-noite a partir de 1º de novembro caso seja aplicado o regulamento atual. Uma revisão do regulamento que ocorre "há meses" poderá definir regras para todo o ano.

Diário de Coimbra09/09/26, 08:16
Política

50 anos depois, China mantém silêncio sobre morte de Mao mas preserva legado

A China completou 50 anos da morte de Mao Zedong sem qualquer cerimónia oficial ou destaque na imprensa estatal, numa demonstração de silêncio calculado sobre o fundador da República Popular. Apesar de o regime manter o seu legado formalmente intocado, com a sua estátua na Praça Tiananmen e o retrato no Grande Salão do Povo, Pequim optou por não comemorar a efeméride, refletindo a ambivalência persistente em relação à sua figura polarizante, responsável tanto pela fundação da China moderna como por políticas que causaram milhões de mortes. A decisão de não marcar a data contrasta com a celebração anual do aniversário da fundação da República Popular em 1 de outubro.

RTP Notícias09/09/26, 08:10
Política

Ministro da Fazenda garante robustez orçamental para sustentar novas medidas

O ministro da Fazenda português garantiu na Sic Noticias que, a menos que haja algum imprevisto significativo, a saúde das contas públicas está assegurada, garantindo assim a robustez orçamental necessária para sustentar novas medidas.

RTP Notícias09/09/26, 08:00