Hulk foi novamente um jogador de destaque no sistema que Marcão desenhou para o Fluminense. Foi do atacante de 40 anos a assistência para o gol de Nonato que abriu a vitória de 2 a 0 sobre o Platense, pelas quartas de final da Libertadores. E foi dele também o gol que fechou o placar. O veterano chegou à sexta participação direta em gol, com quatro marcados e dois assistidos, nos seis últimos jogos do clube.
Um desempenho que começa a desfazer a desconfiança dos tricolores que chegaram a vaiá-lo nas primeiras partidas. E não houve mágica para essa mudança. O Fluminense parece ter aprendido a jogar com o artilheiro se utilizando de uma receita simples.
A estratégia consiste em dois volantes protegendo o jogo por dentro, ultimamente Martinelli e Nonato. Dois pontas fechando corredores laterais, geralmente Canobbio, e Ganso orquestrando as bolas ofensivas da forma como Hulk mais gosta, ora rasteira entre linhas em condições de arremate, ora pelo alto por trás da marcação.




