A fiscal do caso Zapatero investiga o uso de uma empresa do Luxemburgo para financiar a Plus Ultra com 9 milhões de capital venezuelano
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A fiscal do caso Zapatero investiga o uso de uma empresa do Luxemburgo para financiar a Plus Ultra com 9 milhões de capital venezuelano

El Periódico Mediterráneo - General9 de setembro de 2026 às 06:07

A promotora Elena Lorente, do Ministério Público Anticorrupção espanhol, interrogou o ex conselheiro delegado da companhia aérea Plus Ultra, Roberto Roselli, sobre a utilização de uma plataforma de investimento criada por uma empresa do Luxemburgo para financiar a companhia com 9,66 milhões de dólares (quase 9 milhões de euros) de capital venezuelano. O interrogatório foi realizado perante o juiz do caso Zapatero, José Luis Calama, que preside esta investigação judicial.

Roselli foi interrogado de forma insistente pela promotora sobre os detalhes desta operação financeira que envolveu a transferência de capital venezuelano através de uma estrutura societária luxemburguesa para injetar recursos na aérea Plus Ultra. As fontes presentes no interrogatório indicaram que as perguntas centraram-se especificamente na utilização desta plataforma de investimento.

O caso, conhecido como caso Zapatero, investiga alegados financiamento irregular da companhia aérea Plus Ultra por parte da Venezuela, utilizando para isso estruturas societárias em jurisdições como o Luxemburgo. A investigação judicial continua em curso sob a supervisão do juiz José Luis Calama.

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